Estamos vivendo tempos que jamais teríamos escolhido passar.

Além das centenas de vidas que perdemos, também perdemos o jeito de se conectar. Aos poucos estamos voltando, mas está diferente.

Os produtos e serviços que antes eram adquiridos com uma visão definida por conceitos e crenças que sociedade foi aperfeiçoando e estudando ao longo dos anos, estão passando por transformações e analises críticas. E neste momento estamos aqui, diante de um cenário completamente exigente e inseguro, buscando alternativas de todas as formas.

Segundo Kotler, o marketing se dá por um processo que acontece por meio de pessoa ou grupos de pessoas que obtêm aquilo que necessitam ou desejam.

Essa definição é perfeitamente aplicável para o que estamos buscando neste cenário, pois há anos já falamos sobre novas conexões dos nossos produtos, serviços e relações com os seus públicos, perfis de clientes e até mesmo culturais.

Conseguimos acompanhar diversos negócios que decretarem falência e outros milhares que inovaram, desafiando os seus próprios medos e crenças.

A capacidade de buscar novos mercados e se aventurar em outros lugares do mundo, talvez tenha sido uma das melhores opções que a economia do Brasil vivenciou. O mercado exportador apresenta desafios que realmente exigem muita estabilidade emocional e estratégia: moeda estrangeira em alta, logística, infraestrutura, desbravar novos mercados, tributos e taxas que nos tiram o ânimo. Mas também é um setor que está sempre arriscando e certamente essa foi uma oportunidade para organizações que buscavam alternativas.

E no fim, todos estamos buscando formas e ferramentas para vender mais e melhor, seja no mercado interno ou externo. Somos um país que oferece mais que uma boa negociação, o alto padrão e qualidade dos serviços e produtos são hoje, diferencias que atraem olhares.

Seja qual for o negócio, sempre terá a orientação para vendas, estabelecendo premissas como valores, promoções, divulgações, comunicação alinhada com a realidade e transparência. Para que uma venda se sustente e que a conexão com o seu cliente seja a longo prazo e não por oportunidade. Assim, atingindo a meta principal: VENDER MAIS!

Os perfis e onde vamos encontra-los também mudaram. Hoje quero marcas, amanhã busco propósito, no outro preço e assim seguimos, sempre traçando metas e estratégias que sejam eficazes, que nos façam vender mais e rápido. Mas em que momento estamos reservando um tempo para planejamento e estratégia.

Esse tema precisa ser primordial e devolvido junto aos times que estão sempre em contato com o cliente final. O feeling do negócio certo é para os perdigueiros, que sabem o que está sendo construído. Não chegaram despreparados para esse momento, desenvolveram a sua estratégia, baseada num planejamento que foi traçado com muita mão na massa. Conhecer o seu cliente e o seu negócio, certamente são as chaves para aquelas portas que sempre estão fechadas.

Espero que a leitura lhe apoio e auxilie a vender mais, seja pelos canais tradicionais ou digitais, o importante é sempre unir os dois e aplicar o cada um tem de melhor, para juntos prosperarem o seu negócio e alavancarmos a economia do nosso país.

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