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Transformação urbana e social, uma expressão de resiliência

Santiago Uribe é Antropólogo e esta à frente do projeto Oficina de Resiliência de Medellin.  Uribe falou hoje 25/11 no auditório Humberto de Campos no FT18 as razões que levaram Medellín a promover o processo da cultura da paz, em função da crise de violência.

Uribe diz que um fator a ser considerado para construírem uma estratégia foi percepção da diferença gritante entre as classes sociais e a falta de oportunidades. Ele afirmou que foi preciso, em 1995, avaliar no planejamento de um futuro para a cidade, levando em consideração questões relacionadas ao trabalho, emprego, saúde, escola, mobilidade, transporte, cultura etc.

Segundo Uribe, os problemas de Medellin não se resolveriam somente com a prefeitura e sim com a ajuda e participação de todos, como organizações sociais, universidades e setores privados. “As cidades não são ruas, meios de transporte, prefeituras. As cidades são ideias”, disse ele.

Uribe destacou que o momento para fazer uma cultura da paz é desde já. Promover a cultura em locais vulneráveis pode mudar a realidade de uma cidade. ‘’O que buscamos em Medellin foi uma cidade mais equitativa, mais igualitária que permite aos cidadãos os seus direitos fundamentais e prioritários’’, destacou.

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